A safra de algodão 2024/2025 em Mato Grosso do Sul está chegando ao fim, e com ele, os dados compilados. Ao mesmo tempo, foram finalizados mais dois Campos Demonstrativos da Ampasul, considerado importante para orientar o cotonicultor nas suas tomadas de decisões para a próxima, principalmente na escolha de cultivares.
Nesta terça-feira, 26 de agosto, a Ampasul comandou uma reunião on line para apresentação dos resultados de dois campos demonstrativos conduzidos neste ano agrícola, um na Fazenda Padrão, do Grupo Uniggel, em Chapadão do Sul e outro na Fazenda Nova França, do Grupo Schlatter, em Costa Rica (Baús).
Durante a reunião, o Diretor Executivo da Ampasul, Adão Hoffmann agradeceu a disponibilidade dos grupos Uniggel e Schlatter, pela parceria na condução dos campos demonstrativos, onde foram cultivadas em torno de 16 variedades de algodão em Chapadão do Sul e 15 no Baús. Neles são avaliados a produtividade, o rendimento de fibra, a sua qualidade, o comportamento da cultura, de acordo com o manejo de pragas, fungos, doenças e adubação.
Lembrou Adão Hoffmann que os campos demonstrativos contribuem para a validação do comportamento de cada material; dos atuais no mercado e principalmente dos lançamentos. Eles são semeados de acordo com o recomendado e recebem os tratos culturais idênticos aos praticados nas fazendas parceiras.
Este trabalho da Ampasul vem sendo realizado há seis anos contribuindo para avaliar os lançamentos, os materiais comerciais, auxiliando diretamente o cotonicultor de Mato Grosso do Sul na tomada de decisões para a próxima safra, além de acompanhar a evolução dos produtores de sementes de algodão.
Na reunião realizada foram apresentados os resultados aos representantes das fazendas parceiras e aos demais cotonicultores convidados que participaram.
“A atual safra de algodão está chegando ao final e até o momento, observa-se boa produtividade, qualidade da fibra. O clima favoreceu e os materiais dos campos demonstrativos tiveram assim a oportunidade de expressarem os seus potenciais diante dos mesmos tratos culturais das lavouras comerciais no seu entorno”, disse Adão Hoffman ao avaliar a importância dos campos demonstrativos.
Fonte: Ampasul
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