O governo estuda acabar com o saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que permite os trabalhadores, que tenham conta no fundo, retirarem uma parte do saldo todos os anos, no mês do seu aniversário.
O recurso é duramente criticado pelo Ministro do Trabalho Luiz Marinho, que declarou à imprensa nacional que a antecipação é uma “armadilha” para o trabalhador. Originalmente, o FGTS só podia ser acessado em casos de demissão, compra de imóvel e doença grave.
Modalidade criada em 2019 permite que os trabalhadores cotistas do fundo possam resgatar uma parte do dinheiro, mas perde o direito de sacar o valor integral em caso de demissão, restando apenas à multa rescisória de 40% sobre o valor depositado pelo empregador que o desligou sem justa causa.
Fonte: Campograndenews
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