Expectativa é chegar a 146 milhões de toneladas colhidas, crescimento de 12,14% frente à safra anterior.
A produção de soja deve bater o recorde na safra 2022/23 com a colheita de 146 milhões de toneladas, aumento de 12,14% ou 16 milhões de toneladas em relação à safra anterior. De acordo com dados da projeção realizada pela 4intelligence, startup especializada em soluções que apoiam a tomada de decisões com base na análise de dados e no acompanhamento remoto das áreas agrícolas.
A estimativa é baseada no aumento da produtividade e na expansão da área plantada. A soja deve registrar alta na produtividade de 7,2% e de área ampliará em 4,6%, chegando a 43 milhões de hectares. A safra está sendo marcada por estresse hídrico pontuais no Centro-Oeste, devido à irregularidade das chuvas nos meses de plantio e recuperação parcial das lavouras no Sul, que impediu os efeitos da restrição hídrica severa provocada pelo fenômeno La Niña, na safra 2021/22 .
Os ganhos em relação à colheita anterior devem se concentrar nas regiões Sul, Sudeste e no estado do Mato Grosso do Sul, região afetada pela falta de chuvas em novembro e dezembro de 2021, período de plantio da safra de soja 21/22. A safra de 22/23 será de recuperação, mesmo que parcial, para os estados da região Sul, e para o Mato Grosso do Sul. Mesmo com a persistência do fenômeno La Niña nos últimos meses de 2022, captada nas projeções da 4intelligence através do monitoramento remoto das lavouras e do clima, a produtividade em terras gaúchas deve aumentar em média 70,0% e em 32,3% nas lavouras paranaenses.
Já no Mato Grosso e em Goiás, a safra 2022/23 deve ser regular, com produtividade semelhante ao patamar registrado nos últimos anos. A expectativa é a redução média da produtividade de 7,7% no Mato Grosso e de 2,8% em Goiás. No sudoeste de Goiás, onde as chuvas de outubro e novembro ficaram abaixo do padrão histórico, segundo a estimativa, a produtividade média na cidade de Rio Verde, por exemplo, apresentou 53,5 sacas por hectare. Por outro lado, em Sorriso, centro-norte do Mato Grosso, onde choveu mais, deve ser possível colher 61,1 sacas por hectare.
Fonte: AgroLink
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