O sargento Magalhães, da Polícia Militar, informou sobre três ocorrências registradas em 24 horas, envolvendo os furtos que têm afetado Cassilândia. Segundo o Sargento, a Polícia Militar prendeu os autores dos crimes pela terceira vez. As informações foram apresentadas no Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, nesta terça-feira, 14 de outubro.
Ocorrências e Confissões
Dois autores (um de 22 e outro de 19 anos), um natural de Caarapó/MS e outro de Cassilândia, foram avistados por populares na segunda-feira, 13 de outubro. Eles tentaram fugir, pulando muros, mas foram presos após acompanhamento tático e encaminhados à Delegacia. Eles confessaram os crimes e informaram que agiam com um terceiro suspeito, oriundo de Goiás, que ficava pro lado de fora e era responsável pela venda dos produtos furtados. O terceiro autor, de 25 anos, foi preso mais tarde no mesmo dia. Ele resistiu à prisão, foi encontrado com duas facas e confessou que vendia os produtos. Ele informou que dividiu o dinheiro e utilizou sua parte para adquirir um celular furtado e trocado em boca de fumo.
Apenas os dois primeiros (de 22 e 19 anos) permaneceram presos em flagrante. O terceiro elemento foi solto, mas, na madrugada desta terça-feira (14), já teria cometido um furto em um estabelecimento comercial na área central, sendo flagrado pelas câmeras de segurança com a mesma roupa em que havia sido detido.
A Falha das Tornozeleiras
Magalhães relatou que os autores informaram que estavam utilizando tornozeleiras eletrônicas, mas as cortaram e descartaram em terreno baldio. O Sargento lamentou que o órgão responsável pela fiscalização das tornozeleiras não vem passando as informações à Polícia Militar e Civil sobre a movimentação ou fuga dos suspeitos.
Além disso, um quarto cidadão, de 28 anos, conhecido no meio policial, foi preso na madrugada no centro da cidade. Ele também utilizava tornozeleira eletrônica, mas estava no centro tentando adentrar comércios. Ele foi contido pela segurança de moto e entregue à polícia, sendo encontrado em posse de R$ 500 em espécie.
O Sargento Magalhães pediu a colaboração da comunidade para que continue registrando boletins de ocorrência, pois o acúmulo de registros pode gerar a permanência desses indivíduos no presídio, onde eles não deveriam ter saído.
Fonte: Cassilandianoticias
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