O Governo de Mato Grosso do Sul está de olho na segunda unidade do grupo indonésio RGE (Royal Golden Eagle) em Mato Grosso do Sul. Eles já atuam em MS através da unidade da Bracell em Bataguassu, a 313 km de Campo Grande, que está definida desde maio. Há ainda uma planta prevista para Água Clara. Durante o evento “Missão Ásia”, na Casa da Indústria, em Campo Grande, esta manhã, o governador Eduardo Riedel comentou sobre o projeto, que seria o 7º no Estado.
Em Água Clara, onde a empresa previa a megafábrica, existe operação através da MS Florestal, dedicada à produção de mudas de eucalipto em uma área de 110 mil m². Existe o plano para produção de celulose kraft — destinada a papel e embalagens, com capacidade de até 2,8 milhões de toneladas/ano — ou uma configuração mista que combine celulose kraft e solúvel, mas nada está definido.
Assim, surge a possibilidade de uma segunda fábrica de celulose da Bracell em MS, mas fora de Água Clara, diferente do que foi anunciado inicialmente e estava previsto até outubro do ano passado.
Em maio deste ano, o governador Eduardo Riedel assinou termo de concessão de incentivos fiscais que garante segurança jurídica para a instalação da primeira fábrica de celulose solúvel do Estado, um investimento de R$ 16 bilhões da Bracell. O projeto será implantado em Bataguassu, no leste sul-mato-grossense, consolidando a região como um polo industrial apelidado de “Vale da Celulose”. A expectativa é que a licença prévia para construção da unidade seja emitida até dezembro.
Hoje Mato Grosso do Sul tem duas linhas de produção da Suzano em Três Lagoas, onde também existe uma unidade da Eldorado Brasil. Ribas do Rio Pardo tem outra fábrica da Suzano, a Arauco começou obras em Inocência e a Bracell vai se instalar em Bataguassu
campograndenews
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