PM nega ter dado voz de prisão para médica e servidores da UPA

Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (2), a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) se pronunciou sobre a ocorrência registrada na UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, na manhã de terça-feira (1º).

O caso envolveu uma denúncia de omissão de socorro após um pai alegar que a médica de plantão havia se recusado a atender seu filho de 10 meses. A vice-presidente do Simed-MS (Sindicato dos Médicos do Estado de MS), Rosimeire Arias, que confirmou a situação da voz de prisão ao Campo Grande News.

Mas, de acordo com a PMMS, ao ser acionada pelo pai da criança, a equipe policial chegou à unidade e constatou que a criança já estava sendo medicada. Ao ser questionada, a médica responsável explicou que não houve recusa no atendimento, mas sim uma espera pela disponibilidade de um leito para a internação da criança. A médica também afirmou que todos os médicos da UPA estavam em atendimento no momento da ocorrência.

A Polícia Militar ainda destacou que foi acompanhada por um responsável técnico da UPA, que confirmou que todos os profissionais estavam em serviço e que o atendimento estava sendo realizado conforme a rotina da unidade.

Em relação ao registro feito pelo pai da criança, que ainda buscava formalizar a denúncia contra a médica, a PM esclareceu que não houve prisões na ocorrência. O solicitante foi orientado a registrar o boletim de ocorrência na delegacia para formalizar sua queixa.

A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande também se manifestou ontem sobre o caso, reafirmando que não houve omissão de socorro. A pasta informou que a criança foi atendida, medicada e aguardava a liberação de um leito para internação, o que foi dificultado pela alta demanda nas unidades de urgência.

Fonte: campograndenews

Categoria