Black Friday acontece nesta sexta-feira (24) e promete movimentar 50 milhões na economia campo-grandense.
Black Friday, famosa queima de estoque que ocorre após o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos (EUA), virou tradição no Brasil e conquistou o comércio campo-grandense.
Vários estabelecimentos aderem à promoção e algumas lojas prometem descontos de até 50%.
Mas, pesquisa realizada pela Subsecretaria de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Municipal de Campo Grande – aponta que, nas vésperas da Black Friday, algumas lojas virtuais aumentaram o preço dos produtos, para enganar o consumidor no momento de aplicar desconto, no dia da promoção.
A pesquisa abrange 10 produtos, comercializados nas lojas virtuais Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Magazine Luiza e Ponto Frio. O levantamento de preços foi realizada entre 16 e 19 de outubro (um mês antes da Black Friday) e 13 e 16 de novembro (vésperas da Black Friday).
Televisão Smart, marca LG, modelo Smart TV “50” LG 4K LG 4K NanoCell 50NANO75, HDMI 2.0, custava R$ 1.997,17 entre 16 e 19 de outubro, mas subiu para R$ 2.959,89 entre 13 e 16 de novembro.
Já a geladeira, marca Panasonic, modelo BT41W Frost Free 387L, custava R$ 2.699,00 em outubro, e, em novembro, nas vésperas da Black Friday, subiu para R$ 3.923,99.
O ar-condicionado, marca LG e modelo Split Hw Dual Inverter Voice LG 9000 Btus Frio 220V Monofásico S4NQ09AA31BE.B2GAMZ, custava R$ 2.374,05 entre 16 e 19 de outubro, mas subiu para R$ 3.430,77 entre 13 a 16 de novembro.
O objetivo da pesquisa é proteger o consumidor de possíveis propagandas enganosas, fraudes, armadilhas e produtos de baixa qualidade, fornecendo-lhe informações confiáveis e auxiliando-o na tomada de decisões de compra.
“Com esses dados em mãos, as pessoas poderão aproveitar as promoções de forma mais consciente, evitando armadilhas e garantindo que seus direitos sejam respeitados’’, enfatiza o subsecretário do Procon Municipal, José Costa Neto.
O trabalho do Procon Municipal durante a Black Friday reforça a importância da fiscalização e da atuação dos órgãos de defesa do consumidor para garantir um ambiente de consumo mais justo e transparente.
Fonte: CorreioDoEstado
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