O clima de volta ao centro das atenções e pode impactar no mercado da soja. Conforme os prognósticos da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), espera-se que haja temperaturas amenas e chuvas mais generalizadas, principalmente na região do “Soy Belt”. Se essas previsões se confirmarem, podem acarretar impactos negativos para Chicago.
As exportações norte-americanas. A semana anterior foi marcada por vários anúncios de vendas de soja norte-americana, e o mercado espera que o ritmo se mantenha nesta semana, dando sinais concretos de uma demanda mais aquecida, principalmente para a safra 2023/2024, que inicia em 1º de setembro.
Ritmo de exportação no Brasil deve cair. Diante de um mês de julho bastante intenso em relação à exportação de soja, espera-se que esse ritmo seja, naturalmente, reduzido a partir de agosto. Isso porque o milho deve ganhar destaque, diante da oferta abundante no Brasil.
Dólar em alta. Esta semana promete ser de bastante volatilidade para o dólar, diante da decisão de taxa de juros do Brasil e relatório de geração de empregos não-agrícolas (Payroll), nos EUA. Espera-se o início da redução das taxas de juros no Brasil e uma diminuição na criação de empregos nos EUA. Diante desse cenário, é possível que a semana termine com uma tendência positiva para o dólar.
O especialista diz que, de acordo com os fatos relevantes, a soja em Chicago poderá apresentar uma semana negativa, resultando em desvalorização dos preços no mercado interno brasileiro.
Fonte: Agrolink
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